10 fotos revelam o cruel treinamento das crianças chinesas para as Olimpíadas


A primeira a revelar todo o esquema que você vai conhecer agora foi o fenômeno da Alemanha Oriental, Petra Schneider, que após sua vitória arrebatadora revelou o segredo de seu sucesso:

Quando a criança a atleta teria sido identificada como uma campeã em potencial e Schneider foi retirada da escola para ser colocada em um campo de treinamento, longe de seus pais, sendo mais conhecida como "Atleta 137" do que pelo seu nome. Por causa disso, ela teria se dedicado o máximo possível para ser a glória da natação para seu país.



Uma das coisas pelas quais Petra teve que passar foi ficar dentro de um compartimento a vácuo que sugava todo o oxigênio. Isso apenas para que ela conseguisse manter o oxigênio nos pulmões o tanto de tempo que pudesse. Além, é claro, de uma dieta rigorosa com fibras e aplicações com esteroides em grande quantidade que a fez sofrer quando alcançou os 30 anos.

Mas ela não foi a única vítima do caso. As atletas chinesas também passam por isso diariamente. Um dos casos relatados é o de Ye Shiwen, que venceu nos 400 metros medley de natação. Para você ter uma ideia, já adolescente Ye apresentava o corpo masculinizado.

O começo dessa vida veio com os sete anos, com a paixão pela natação. Além disso, é claro, Ye acabou sendo escolhida também por conta de seu tipo físico: mãos e ombros largos.



Assim, já bem nova, a menina teria sido retirada de seu apartamento em Hangzhou e levada para a escola de esportes Chen Jingluin e com apenas onze anos teria ganhado seu primeiro campeonato juvenil.


Até aí, a história parece ótima. Mas não é bem assim. A verdade estava muito bem escondida. O treinamento de Ye tinha dieta e disciplina tão rígidas que mais se assemelhava à de prisioneiros do século XIX do que de um de natação comum.

Assim, fica claro que diversas jovens que geralmente seriam consideradas muito jovens para competir, na China, já são retiradas para começar os treinos árduos até a exaustão e choros, sem falar de alguns relatos de espancamentos. E se por acaso eles se esquecerem do porquê estão lá, a palavra "ouro" aparece em letras garrafais na parede.



Felizmente, há uma esperança para todas elas já que muitas têm se rebelado diante das câmeras para falar um pouco do que acontece quando ninguém está olhando.

Aparentemente, a companheira de equipe de Ye, Ying Lu, de 23 anos, chegou a atacar o regime da China e seu treinamento repetitivo. Para ela, o treino da Austrália é muito mais livre e agradável. O relato de Ying quase arriscou causar sérias repercussões a Pequim na época.

Mas não foi só ela. Muitos ex-atletas começaram a quebrar o sigilo, descrevendo como foram tratados de forma desumana nos campos de treinamento, além de ficar quase que impossível arrumar um emprego ou se casar, depois de se aposentarem. O fim desse silêncio ainda pode trazer muitas mudanças.

Comentários

  1. Talvez devêssemos fazer o mesmo, quem sabe assim teríamos 13 medalhas de ouro (status atual da China nos jogos olímpicos 2016)... O Brasil sediando os jogos e com uma medalha de ouro :/

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    1. Mas quando se compara o numero total de medalhas, 33 a mais a China tem do Brasil.

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    2. É sua ridicula, os EUA treinam seus atletas em guantanamo né?

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